quinta-feira, 6 de setembro de 2007

TRASH CAN


Dia curto hoje.
Cheio de complicações... Mas a meses meus dias se repetem no mesmo ritmo.
Ações cotidianas acompanhadas de lembranças. Vícios? Ego?
Nada disso me rodeia... É a falta mesmo, o físico grande que me cobria.
A noção de grandeza que meu sentimento obteve durante anos. Agora, só resta a fundação, a base porosa, um esqueleto frágil.
Imagina fragmentar recordações como um compactador de lixo. Depois guardar no bolso ou tacar no cesto do banheiro publico. E nem se preocupar qual o destino dessa memória.
Indagar o trajeto faz de mim mais um ignorado. Sendo apontado nas ruas como traidor. Observado por maniacos cegos. Vigiado, açoitado por julgamentos.
Quem ainda resite e não chora?
Faça a coisa certa... Morra!

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