terça-feira, 27 de novembro de 2007


Alguém que me fazia seguir em frente
Mesmo que fosse só por aparência.
Na frente era algo especial
Por trás aquilo que pode ser descartado
E de onde surge esse pensamento?
Por que fui descrito como algo repugnante?
Existe mais do que loucura nesse caso.
Foi fazer dos meus defeitos algo tão superior
E esquecer que o que eu sentia era gratuito.
Era feito pra durar.

Tomara que isso mude, né?!

sábado, 17 de novembro de 2007

Olha, a Bethania não me conhece...
Mas puta que pariu, a mulher praticamente fez uma autopsia.



Queria que você considerasse o meu colo como opção.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

ALGUM BURACO

Vindo de um buraco
Aflora sensação de vazio.
Semelhante a fome
Cria vácuo no estomago.
O não-olhar afiado
Marcando minha roupa.
Sendo visto e jamais discutido,
Faz de mim algo encravado.
Em verdades, fatos, mentiras e casos.
Jejuando e pedindo que o período de seca acabe.
Gerando mais caos, minha mente se contrai
Inventa medos e me faz acordar no meio da noite.

Ontem pesadelo, hoje sonho horrendo.

Que horror acordar com medo.
E saber que o que sonhei pode ser real...
Alguem me tira daqui?!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

DESAFIANDO GRAVIDADE


É devastador o efeito da saudade.
De se ater sempre nas lembranças boas.
Poder ver tudo de bom que aconteceu conosco.
Mas, é terrível saber que não faço parte de nada, alem de uma lembrança.
Ser só mais um item no seu quadro de fotos.
E fazer de tudo pra esquecer, ignorar qualquer resquício de amor que se mantém.
Estou só e amo alguém sem saber o porque.
Não faço mais parte de nada seu e mesmo assim ainda tento achar uma solução pra que isso se reverta.
Acordar de madrugada com um plano incrível pra que nada disso acontecesse mais.
Desejar ser tão importante quanto uma serie de TV ou uma HQ.
Só por existir, ser reconhecido como algo necessário.
E volto a dormir porque chorar não faz meus planos se concretizarem.
Ta entalado na garganta tudo aquilo que estou passando.
Assistir alguém cantar exatamente o que sinto, e não conseguir chorar por que você não veria meu sofrimento e entenderia esse ato.
Tocar outra pessoa e querer sentir tudo que sinto por você.
Poder falar algo tão substancial que prove realmente que amo sem esforço e com muita vontade.
Ouvir sua voz sem alimentar rancor.
Guardar fotos e não queima-las.
To confuso porque não sei ainda o que faz sentir a mesma coisa que senti quando tocou “Sentimental” e torcendo profundamente que você aceitasse ser meu namorado.
Esperei um momento marcante pra que você lembrasse sempre quando escutasse a musica.
Quem dera pudesse desafiar a gravidade, provar que o que sinto é sem falhas, é consistente.
É enorme, denso, grandioso.
Mas nunca foi possível, tal maneira de provar jamais existiu e saber disso me destrói.
(Merda de blog que não deixa dispor o texto do meu jeito!!!)