
Faz tempo que acredito
A barreira de vidro que existia se quebrou
E notável foi o esforço para que mantivessem em pé
Mas após a queda, o que restou?
Envoltos em lembranças, os planos que fizemos se guardaram em caixas de papelão.
Joguetes de olhares, aquela menção ao nome da voz que cantava o nosso amor.
Faz de todos nossos juizes e testemunhas, todos olham pra algo que deveria estar unido e por alguma razão estranha não está.
Levam-se anos para esquecer e segundos para recordar. Como alguém tem em mão aquilo que um dia foi seu? Não de posse, pois nunca teria algo tão valioso assim, mas que pertencia a algo muito mais nobre. O sentimento inventado pelos românticos do século XVIII, que foi tão judiado por nós, os réus.
Feroz e impetuoso, roupas largadas no chão.
Tudo atado a nós imaginários, presos pela inveja alheia.
Acordo e penso se não seria melhor gritar na cara dos juizes que deles não sobra nem as vergonhas.
E que de mim, saem flores e abelhas.
De tão importante que você foi pra mim.
Ou é.
A barreira de vidro que existia se quebrou
E notável foi o esforço para que mantivessem em pé
Mas após a queda, o que restou?
Envoltos em lembranças, os planos que fizemos se guardaram em caixas de papelão.
Joguetes de olhares, aquela menção ao nome da voz que cantava o nosso amor.
Faz de todos nossos juizes e testemunhas, todos olham pra algo que deveria estar unido e por alguma razão estranha não está.
Levam-se anos para esquecer e segundos para recordar. Como alguém tem em mão aquilo que um dia foi seu? Não de posse, pois nunca teria algo tão valioso assim, mas que pertencia a algo muito mais nobre. O sentimento inventado pelos românticos do século XVIII, que foi tão judiado por nós, os réus.
Feroz e impetuoso, roupas largadas no chão.
Tudo atado a nós imaginários, presos pela inveja alheia.
Acordo e penso se não seria melhor gritar na cara dos juizes que deles não sobra nem as vergonhas.
E que de mim, saem flores e abelhas.
De tão importante que você foi pra mim.
Ou é.

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