
Sou sempre o ser menor que a adentra ambientes pelas frestas.
Vapores que sobem ao teto e que desaparecem sem vestígios
O amor que você tinha nas mãos e que nunca guardou no peito.
Faço parte da historia que se rasgou, do filme que queimou
Fui mais feliz quando acreditava que fazia bem para as suas horas.
Aquele mágico que podia tirar coelhos de cartolas e não o homem que nunca soube dizer que amava outro.
Assim foi pelos anos que se passaram, eu sempre esperando que mais e mais coelhos saíssem e enchesse meu quarto. Que me esmagassem, sufocassem o ser menor que entra por suas frestas. Liquefaça os vapores, que chova dentro do seu peito, para que possa me agarrar em seu amor.
Vapores que sobem ao teto e que desaparecem sem vestígios
O amor que você tinha nas mãos e que nunca guardou no peito.
Faço parte da historia que se rasgou, do filme que queimou
Fui mais feliz quando acreditava que fazia bem para as suas horas.
Aquele mágico que podia tirar coelhos de cartolas e não o homem que nunca soube dizer que amava outro.
Assim foi pelos anos que se passaram, eu sempre esperando que mais e mais coelhos saíssem e enchesse meu quarto. Que me esmagassem, sufocassem o ser menor que entra por suas frestas. Liquefaça os vapores, que chova dentro do seu peito, para que possa me agarrar em seu amor.

Nenhum comentário:
Postar um comentário