(Bruce Nauman, Helman Gallery Parallelogram, 1971)Sinto falta da falta que sentia.
Fazia tudo ser mais tranquilo. Era exposto, real.
Só ficou saudade bolorenta que incomoda pelo cheiro antigo.
O pior é ver o bolor crescer e não ter força para impedi-lo.
Ou não saber se quero que realmente pare de crescer.
Ótimo acordar e não enxergar sempre o mesmo rosto.
Mas sinto falta da falta.
Mas quem se importa?
Quero de volta.
Não mereço e nem sou merecido, mas quero o que já foi meu.

Um comentário:
é... vontade de socar parede?
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